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Startups finalistas do InovAtiva Brasil se apresentam a investidores na segunda-feira (24)



A edição deste ano do programa InovAtiva Brasil se encerra com a oportunidade para que empreendedores mostrem o potencial de seus negócios. Na segunda-feira (24), em São Paulo, dentro da programação da Conferência Nacional da Anjos do Brasil, 74 empreendedores apresentarão seus projetos a uma banca formada por investidores e executivos de grandes empresas. A partir das apresentações, serão destacadas possibilidades de aportes financeiros ou parcerias com as startups.

“O InovAtiva Brasil 2014 possibilitou o acesso ao mundo dos negócios a todos os que têm um bom projeto ou tecnologia. Foram oferecidas as melhores técnicas e ferramentas práticas de gestão”, destaca Nelson Fujimoto, secretário de Inovação do MDIC. Este ano o programa foi operado pelo Wenovate – Open Innovation Center em parceira com a Endeavor e o Senai Nacional e apoio da consultoria McKinsey & Company.

Marcela Drummond, da empresa mineira Myleus Análises Genéticas, uma das finalistas desta edição, aponta que a capacitação e, principalmente, as mentorias individuais foram muito úteis para melhorar o modelo de negócio e posicionar melhor a empresa no mercado. “O formato de um único mentor por um período maior de tempo é muito bom, pois assim é possível acompanhar a evolução da empresa. Nosso mentor foi excepcional, e chamou nossa atenção para pontos-chave”, destaca a empreendedora.

Sobre o InovAtiva

A segunda edição do Programa InovAtiva Brasil, lançada em maio deste ano, foi composta por três fases em que quase sete mil empreendedores de todo o Brasil tiveram acesso gratuito à capacitação baseada em vídeos e textos de empresários, consultores e especialistas.

Foram 703 os selecionados na primeira fase, e 128 para a segunda. Todos os 128 receberam mentorias individuais com empresários e executivos e também participaram de eventos presenciais de treinamento em cinco capitais brasileiras.

Nesta terceira fase, além da apresentação no dia 24, os 74 selecionados terão um treinamento intensivo nos dias 22 e 23 de novembro e continuarão com a mentoria individual por mais quatro meses após o evento.

Os empreendedores selecionados para a segunda e terceira fases vieram de 17 estados, sendo que São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina tiveram o maior número de inscritos.

O setor com maior representatividade foi o de Tecnologia da Informação, com quase metade dos selecionados, com destaque também para empresas de Saúde (biotecnologia, fármacos e equipamentos médicos), Agronegócio, Ambiental (gestão de resíduos) e algumas empresas de nichos específicos, como de nanotecnologia e veículos aéreos não tripulados (drones).

Fonte: Site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
21/11/2014
Fundepar na Mídia

Relação estreita com o pesquisador



O 3º Workshop Internacional de Inovação e Cluster também trouxe dois importantes exemplos de instituições que estão em busca de grandes ideias. Uma delas é a Fundep Participações (Fundepar), apresentada pelo presidente da Fundação de Desenvolvimento de Pesquisa (Fundep), Marco Aurelio Crocco. Trata-se de uma instituição que financiará o processo de criação de startups nascidas de pesquisas feitas na UFMG. A Fundepar fará investimentos próprios, além de captar recursos de bancos públicos e outras instituições de financiamento.

Crocco afirma que o grande diferencial desse fundo é que ele fala a língua do pesquisador. “Investidor sempre acha que o pesquisador é um professor pardal e o pesquisador desconfia do investidor como alguém que quer roubar a ideia dele. No nosso caso, os pesquisadores já têm uma relação com a Fundep, então ganhamos no tempo da construção de relacionamento”, afirma. Além disso, ele destaca que o compromisso da Fundepar não é maximizar o lucro, mas tirar a ideia da universidade e colocar na sociedade, tornando esse processo mais tranqüilo para o pesquisador.

Outra instituição apresentada no workshop foi a Anjos do Brasil, instituição sem fins lucrativos que reúne investidores-anjos de todo o país. O coordenador da instituição em Minas Gerais, João Ávila, chamou de “dinheiro inteligente” o investimento feito por eles e explicou que os anjos querem muito mais que colocar aporte em uma ideia. “Não somos só uma fonte de dinheiro ou conselheiros descompromissados. O investidor-anjo entra junto com o empreendedor e se o projeto perder, ele perde também”, frisou.

Por Thaíne Belissa
Fonte: Jornal Diário do Comércio
03/12/2013

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