Destaques

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Tim Cook

Conquistas em 2016 e perspectivas para 2017



A Fundepar nasceu com a missão de identificar, investir e desenvolver negócios inovadores, emergentes de origem acadêmica, e com alto potencial de crescimento. A expectativa de desenvolvimento para este ano era grande e estamos muito felizes por termos cumprido nossos propósitos de forma positiva.

Compartilhamos alguns resultados alcançados e destacamos as perspectivas para 2017.

Lemonade

Este foi o ano da consolidação do Programa de Pré-aceleração Lemonade como uma ferramenta de apoio e fomento ao ecossistema de inovação, que integrou estudantes, empreendedores, financiadores e parceiros por onde passou. Iniciamos o ano em Belo Horizonte, seguimos para Uberlândia, Uberaba e Patos de Minas – locais onde fomos muito bem recebidos – e encerramos o ano de volta à BH para uma edição executada no BHTec (Parque Tecnológico de Belo Horizonte). Foram cinco edições do Programa, sempre realizadas em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (SEDECTES), por meio do SIMI, Sebrae-MG e Fapemig.

Ao longo dos últimos 18 meses, 148 startups foram pré-aceleradas, envolvendo mais de 560 empreendedores. Essas startups já captaram quase 2 milhões de reais em investimentos privados. Clique aqui e veja o retrospecto do Programa.

Empresas investidas e parcerias

2016 também foi positivo para a nossa primeira empresa investida, a Myleus Biotecnologia. Pioneira no Brasil com sua atuação em análises genéticas para certificação de autenticidade de produtos de origem animal e vegetal, a Myleus recebeu um novo aporte financeiro, desta vez realizado pelo Fundo Primatec, gerido pela Antera Gestão de Recursos. O aporte permitirá a expansão da carteira de clientes tanto no Brasil quanto no exterior. Confira mais detalhes dessa operação.

Outra investida, a Kunumi, empresa de destaque no cenário nacional em Inteligência Artificial, continua crescendo e se fortalecendo junto a seus clientes. O negócio da Kunumi chamou a atenção também de outros parceiros e grupos de investidores, além da Fundepar. Um dos destaques do empreendimento foi a criação da primeira música de rap criada com o uso da Inteligência Artificial: a partir da análise de letras e manuscritos deixados pelo artista Sabotage, morto em 2003, a tecnologia simulou versos que o rapper poderia ter escrito. Veja como foi.

Ressaltamos, também, o trabalho da nossa investida Detechta Biotecnologia, que realiza pesquisa e desenvolvimento para a indústria de vacina e de diagnóstico para o mercado veterinário e humano.

No segundo semestre, o portfólio da Fundepar aumentou, com a realização do investimento na Logpyx, empresa que apresenta modernas tecnologias de Internet das Coisas e Inteligência Computacional para ampliar a produtividade do setor de transporte de cargas; e do investimento na LinCare, desenvolvedora de uma plataforma direcionada ao acompanhamento de idosos, composta por uma pulseira inteligente que registra dados vitais do usuário (como frequência dos batimentos cardíacos), demonstra situações de queda, oferece um geolocalizador e, ainda, conta com um botão para emergência.

Encerramos 2016 com essas cinco empresas investidas no estágio seed money, além da opção de investimento em 60 outras startups que estão sendo acompanhadas periodicamente.

Diversas parcerias também foram realizadas neste ano. Destacamos o Desafio Senai-Fundepar. Confira mais detalhes.

Novidades

Para 2017, já está programada a realização de quatro novas edições do Lemonade. Pela primeira vez, o programa será executado fora de Minas Gerais: vamos à Brasília conhecer ideias inovadoras que podem virar bons negócios.

Entre os objetivos da Fundepar, confirmamos a intenção de ampliar o portfólio, realizando, pelo menos, mais seis investimentos em empresas no estágio seed money.

E a grande novidade: esperamos lançar, ainda no primeiro semestre de 2017, o Fundo Seed4Science, com capital comprometido de 30 milhões de reais, em parceria com o BDMG, para investimento em empresas de origem acadêmica.

As perspectivas são ótimas!

Deixamos um agradecimento especial aos nossos investidores Fundep e Fapemig, e a todos os parceiros que apoiam as nossas atividades.

A equipe Fundepar deseja a todos um excelente 2017!

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Fundepar: portfólio em expansão



A Fundep Participações S.A. (Fundepar) segue avançando com um dos principais programas de investimento a empresas inovadoras emergentes do país. A parceria da vez é com a Logpyx, startup que apresenta modernas tecnologias de internet das coisas e inteligência computacional para ampliar a produtividade do setor de transporte de cargas.

Um dispositivo é instalado no caminhão quando ele chega ao pátio para carregar/descarregar produtos e todo o trânsito do veículo nesse espaço é monitorado pelo sistema, em tempo real. De acordo com os sócios-fundadores Adalci Righi e Eros Viggiano, esse acompanhamento aumenta a eficiência na gestão de pátio, otimizando o fluxo logístico, reduzindo 40% do desperdício de tempo de veículos em pátio, minimizando custos operacionais e, ainda, prevenindo multas referentes à espera do motorista, jornada de trabalho, entre outras questões previstas na Lei do Caminhoneiro. A Logpyx já possui clientes como Aperam, Arcelor Mittal e Fiat Automóveis.

Criada em 2014, a empresa foi contemplada pelo programa Startup Brasil, recebeu aceleração do Seed, do Governo de Minas Gerais, e também do Techmall, parceira estratégica da Fundepar. Foi durante a aceleração do Techmall que a equipe da Logpyx se aproximou da Fundepar. Após um ano de acompanhamento do projeto, o investimento foi realizado e a Logpyx integra o portfólio de investidas da Fundepar.

Parceria promissora

“A Logpyx tem tecnologia de ponta, engenharia diferenciada e traz soluções necessárias para o aumento da eficiência da indústria nacional. Seu negócio tem muito apelo de mercado, podendo ser ampliado para diversos setores, e é muito atrativo para empresas multinacionais do segmento de software”, explica Felipe Mariani, analista de investimentos da Fundepar, sobre a decisão do investimento. Ele complementa que foram consideradas, também, a trajetória da empresa, a referência no desenvolvimento de hardware e software e a expertise em Internet das Coisas – com esse tema, a Logpyx foi uma das selecionadas no Desafio Fundepar do Edital Senai Sesi de Inovação.

A modalidade de investimento da Fundepar na Logpyx segue o padrão do programa: formato seed money (capital semente), realizando aporte financeiro e suporte à gestão, mediante participação societária.

A expectativa é positiva tanto para investidor quanto para a investida: “Esperamos somar esforços na estruturação da empresa, promover evoluções contínuas na capacidade da engenharia, potencializar o impacto da inovação e da força comercial, contribuindo, assim, para o crescimento do negócio e conquista de mais clientes”, diz Felipe, da Fundepar. “Estamos muito otimistas com esta parceria e, com esse apoio, vamos ter gestão eficiente, mais robustez, avanços, acessos a editais de inovação e, certamente, mais contratos firmados”, acredita um dos fundadores, Eros Viggiano.

Além da Logpyx, outras empresas integram o portfólio de investidas da Fundep Participações:

Myleus Biotecnologia: primeira empresa brasileira a atuar em análises genéticas para certificação de autenticidade de produtos de origem animal e vegetal.

Kunumi: especializada em ferramentas de segmentação, análise do comportamento e deep learning.

Detechta Biotecnologia: pesquisa e desenvolvimento para a indústria de vacina e de diagnóstico para o mercado veterinário e humano.

LinCare: plataforma inteligente (pulseira e aplicativo) de cuidados à distância para idosos.

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Fundepar: investindo em inovação para a saúde do idoso



Quem tem familiares idosos sabe a preocupação e a importância de acompanhar a saúde deles de perto, especialmente se eles moram ou ficam parte do tempo sozinhos. Pensando em promover bem-estar, autonomia e prevenção de doenças para os idosos, e, paralelamente, tranquilidade e segurança para quem cuida deles, a startup LinCare desenvolveu uma plataforma inovadora. Trata-se de uma pulseira inteligente que registra dados vitais do usuário (como frequência dos batimentos cardíacos), demonstra situações de queda, oferece um geolocalizador e, ainda, conta com um botão para emergência. O sistema é composto por acessório, central telefônica e software inteligente.

Co-fundadora da startup, Ana da Mata, explica como a solução funciona: “ao identificar alguma alteração nos dados biomédicos, disparo do botão de ajuda ou uma situação de queda, o dispositivo envia avisos para os celulares dos familiares do idoso. Se estiver tudo certo, sem necessidade de socorro, diariamente o aplicativo emitirá relatórios individuais de atividades, análise de comportamento e dicas de bem-estar”. De acordo com Ana, a ideia é ajudar nas situações de urgência e também no dia a dia como forma de autoconhecimento e incentivo a boas práticas para colaborar com a qualidade de vida das pessoas idosas.

Apostando na inovação

Reconhecendo a importância dessa solução para a sociedade e a força econômica do negócio, a Fundep Participações (Fundepar) – programa de investimentos que apoia empresas emergentes de base tecnológica – formalizou o aporte na LinCare, que agora integra o seu portfólio de investidas. A startup foi criada durante a primeira edição do Lemonade, iniciativa de pré-aceleração da Fundepar, e figurou entre as finalistas do programa. Segundo o analista de investimentos da Fundepar, Felipe Mariani, esse foi um ponto positivo no processo de avaliação: “O fato de conhecermos a equipe, a capacidade de entrega e de superar desafios, e também de termos acompanhado o desenvolvimento e avanços do produto desde o início foi fundamental para a entrada da Fundepar no negócio”. Além de participar do Lemonade, a startup já venceu o Desafio Pfizer, integrou o Startup Chile, foi convidada para apresentação na Conferência Aging 2.0 (EUA) e também foi selecionada pelo Edital Senai Sesi de Inovação.

De acordo com Felipe, o investimento na LinCare será aplicado, principalmente, para a finalização dos testes e lançamento da pulseira e, também, para estruturar os canais de distribuição e validar o produto junto a potenciais parceiros. Ana da Mata, da LinCare, está otimista com a parceria e as próximas etapas. “Acreditamos que, com a Fundepar, vamos ter uma abertura de mercado positiva e também acesso à rede de parceiros para pesquisas. Esse apoio nos traz a perspectiva de crescimento para elevarmos o patamar da startup também no âmbito da governança e gestão empresarial.”

Pré-venda

A LinCare está se preparando para o lançamento oficial da plataforma para os usuários. Para isso, a startup está realizando uma campanha de arrecadação de fundos com a venda antecipada do produto por um preço especial e outras ofertas e recompensas disponíveis para quem quer colaborar. Clique aqui e confira a campanha. A expectativa é que em fevereiro de 2017 saia do forno o primeiro lote da LinCare.

Além da LinCare, outras empresas integram o portfólio de investidas da Fundep Participações:

Myleus Biotecnologia: primeira empresa brasileira a atuar em análises genéticas para certificação de autenticidade de produtos de origem animal e vegetal.

Kunumi: especializada em ferramentas de segmentação, análise de comportamento e deep learning.

Detechta Biotecnologia: pesquisa e desenvolvimento para a indústria de vacina e de diagnóstico para o mercado veterinário e humano.

Logpyx: solução inteligente de otimização de fluxos internos para o segmento de logística e transporte de cargas.

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Myleus biotecnologia recebe investimento do Fundo Primatec



Primeira empresa investida da Fundepar rende ótimos frutos após 2 anos de parceria

A Myleus Biotecnologia (http://www.myleus.com) acaba de fechar negociação de investimento com o Fundo Primatec. A empresa de base tecnológica, que nasceu na Universidade Federal de Minas Gerais, oferece soluções baseadas em testes de DNA para empresas de alimentos e também para pesquisadores. Há dois anos, a Myleus recebeu seu primeiro investimento de capital semente da Fundepar, que atua tanto no aporte de recursos financeiros quanto no suporte à gestão. Ambas comemoram a evolução do negócio, que chamou a atenção de investidores e agora poderá continuar crescendo e expandindo suas ações comerciais. A celebração do contrato foi feita fechando um ciclo de negociações que durou aproximadamente 6 meses.

A tecnologia da Myleus nasceu em 2010, quando Rafael Palhares – Diretor Científico e Tecnológico, Marcela Drummond – Diretora Presidente e Mariana Bertelli – Diretora de Novos Negócios, começaram a desenvolver a solução na área de biotecnologia que auxilia os players da cadeia produtiva de alimentos em suas ações de autocontrole e análise de risco à fraude por troca de espécies.

Segundo Marcela Drummond, o desenvolvimento das soluções hoje oferecidas pela Myleus ocorreu em um prolongado período de imersão em laboratório. Entre 2010 e 2014 a empresa teve pouco contato com o mercado, cenário que mudou radicalmente após o início da parceria com a Fundepar. A partir dali, a Myleus se estabeleceu na incubadora Habitat/Biominas e passou a contar com sua própria estrutura laboratorial. Além disso, as ações comerciais levaram ao aumento da carteira de clientes. “Conseguimos grandes clientes, cases importantíssimos, realizamos muita interação com diversos parceiros estratégicos para alavancar o negócio”, conta.

Além de atuar no aporte financeiro, a Fundepar também oferece suporte na gestão. No caso da Myleus, esse apoio foi fundamental para a profissionalização da gestão. Segundo Marcela, a partir dessa parceria, a Myleus pôde instalar uma governança mais robusta, que contribuiu para o crescimento organizado e expansão do número de contratos fechados.
Para Ramon Azevedo, diretor executivo da Fundepar, a Myleus é um caso que valida a tese de investimento da Fundepar. “O objetivo da Fundepar é identificar empresas em estágio inicial que tenham como origem a universidade e centros de pesquisa e apoiar essas empresas na sua estruturação e crescimento. No caso da Myleus, esse trabalho foi realizado e demonstra o seu resultado na medida em que o Primatec se tornou interessado em investir um volume maior de recursos para continuar o crescimento da empresa em uma velocidade ainda maior”, diz.

Com mais um passo dado na história da empresa, as perspectivas são as melhores possíveis. A aplicação do investimento feito pelo Primatec será direcionada à expansão comercial e evolução da proposta de valor. Espera-se que a empresa organize sua oferta de produtos de forma a entregar o máximo de valor para seus clientes. O esforço comercial e de marketing da Myleus, deverá viabilizar a expansão da carteira de clientes tanto no Brasil quanto no exterior. Além disso, os três sócios pretendem abrir uma filial em São Paulo nos próximos meses.

Estiveram presentes na celebração desse importante passo os sócios-diretores da Myleus, representantes dos Fundos investidores da empresa, bem como representantes de instituições parceiras.

A Fundepar

A Fundepar (http://www.fundepar.ufmg.br) desenvolve negócios inovadores gerados a partir de projetos de alunos, professores e pesquisadores ligados à Universidades e Centros de Pesquisa, com investimento financeiro e apoio à estruturação empresarial. A Fundepar inaugura no Brasil um modelo de financiamento à inovação bem-sucedido em universidades públicas e privadas de países desenvolvidos.

O Primatec

O Primatec (http://www.fundoprimatec.com.br) é um fundo de investimento que conta com a Antera como Gestor e a Brain Ventures como Consultor Operacional. O Fundo foi criado visando o investimento em empresas de base tecnológica que possuam vínculo com incubadoras ou parques tecnológicos. A tese de investimento do Primatec envolve empresas de base tecnológica, com grande potencial de crescimento, prioritariamente nos setores de tecnologia da informação e comunicação, sustentabilidade, energia e economia criativa.

A Myleus chamou a atenção dos gestores do Primatec justamente por se enquadrar nas principais vertentes da tese de investimento. André Massa, diretor da Antera, aponta ainda dois fatores que contribuíram para o fechamento deste ciclo de negociações. “Entre os pontos fortes da empresa, vale ressaltar um time de empreendedores diferenciado – que demonstram ter grande capacidade de execução – e a tecnologia desenvolvida pela empresa. Além disso, a existência de um investidor anterior, como a Fundepar, contribuiu fortemente. A governança previamente instalada pela Fundepar ajudou bastante durante todo o período de análise e investimento”, conta. Marcelo Almeida, CEO da Brain Ventures, desatacou a importância da nova tecnologia que, aplicada na cadeia alimentar, pode garantir muito mais segurança para os consumidores na procedência e qualidade dos alimentos que ingerem diariamente.

A parceria com o Primatec vai além do aporte financeiro. Massa destaca alguns dos pontos trabalhados em conjunto entre fundo e empresa investida. “O Fundo traz ainda o apoio nos principais desafios que a empresa enfrentará em cada fase de desenvolvimento, como atração e retenção de ‘pessoas chave’, mentoring para montagem de equipe de vendas, expansão comercial, abertura de novos mercados, governança, networking, acompanhamento próximo, excelência operacional, excelência gerencial e eficiência financeira, entre outros”, explica.

Para as empresas que têm interesse em saber mais sobre o Fundo Primatec e desejam enviar a sua proposta, basta entrar no site fundoprimatec.com.br. Qualquer empresa do Brasil que se enquadre na tese do Fundo (exposta no site) pode se candidatar para receber investimento. Nesse caso, a empresa será rigorosamente analisada segundo os critérios de investimento do Primatec e será avisada caso seja selecionada para um aprofundamento da análise.

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B11 é o grande destaque do Lemonade 3TM



O Demoday do Lemonade 03, no Triângulo Mineiro, apresentou nesta terça-feira, 28 de junho, a mais nova geração de startups mineiras. Numa cerimônia pra lá de emocionante, realizada na Unialgar, em Uberlândia, Ampyou, Skipp, Prove Tools, B11, Trendz e Aluagro foram chamadas ao palco para fazer o pitch. O grande destaque da noite ficou com a B11, que levou o primeiro lugar do Lemonade com 40 mil reais em investimento financeiro, mais a aceleração pela Techmall – aceleradora de startups. Quem já deve arrumar as malas para uma temporada em Belo Horizonte são Skipp, Trendz e Aluagro, que também foram premiadas com 1 ano de aceleração. Todas as equipes e seus integrantes são moradores de Uberlândia, onde foi rodada a terceira edição do maior programa de pré-aceleração do Brasil.

Vencedora da terceira edição do Lemonade, a B11 é uma plataforma que conecta craques do futebol a olheiros, proporcionando chance a milhares de crianças e adolescentes de mostrarem o seu trabalho através de vídeos e dados relevantes para os olheiros, como posição em campo, idade, principais habilidades.

Premiadas com a aceleração na Techmall, Skipp é um aplicativo que permite ao usuário pagamento de conta via celular sem fila, acompanhamento dos gastos em tempo real e divisão da conta com os amigos; Trendz é uma plataforma de marketing digital que utiliza rede de sites e aplicativos como crowdsourcing na assertividade de atingir o cliente certo com a propaganda certa; e a Aluagro é um marketplace para locação de equipamentos e implementos agrícolas.

O Lemonade é realizado pela Fundepar e co-realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais por meio do SIMI, pela Techmall – aceleradora de startups, pela Fapemig e pelo Sebrae Minas. A terceira edição do programa contou com o patrocínio da Algar Telecom.

O Demoday trouxe também uma agradável surpresa ao anunciar o prêmio de melhor empreendedor. Na verdade, empreendedora. Pela segunda vez consecutiva quem se destaca no programa é uma mulher. Jeniffer Medeiros, da Ampyou, foi escolhida por sua determinação e dedicação. E o prêmio de equipe mais engajada vai para a B11.
Durante o evento foram anunciados os próximos destinos do Lemonade: Uberaba e Patos de Minas. Os dois devem ocorrer ainda no ano de 2016.

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Lemonade 3 anuncia startups selecionadas



O Lemonade Brasil aterrissou no Triângulo Mineiro. A terceira edição do maior programa de pré-aceleração do Brasil ocorre em Uberlândia. Mais de 80 equipes se inscreveram para participar do processo seletivo, das quais 31 foram selecionadas para avaliação presencial. Nesta sexta-feira foram apresentados os nomes das 15 empresas que começam hoje, 02 de maio, a pré-aceleração na turma 3 do Lemonade.

O Lemonade é um programa de pré-aceleração realizado pela Fundepar e co-realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais por meio do Sistema Mineiro de Inovação (SIMI) e da Fapemig, pela Techmall – aceleradora de startups, e pelo Sebrae Minas. As principais instituições de ensino mineiras são apoiadoras da terceira edição do programa: Universidade Federal de Uberlândia (UFU); Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc); Faculdade Católica de Uberlândia; Faculdade Politécnica de Uberlândia; Faculdade do Trabalho (Fatra); Puc Minas; Sesi Senai; Microsoft Innovation Center além da I9 e Minas Startup.

Mais de 300 pessoas participaram dos 4 meetups que ocorreram na fase pré-operacional. Nos encontros, os empreendedores puderam ampliar a rede de network, apresentar suas ideias e formar ou completar as equipes para participar do processo seletivo. Uberlândia é a segunda maior cidade do Estado de Minas Gerais. Para o coordenador do Lemonade, Aluir Dias, trazer o programa para o Triângulo Mineiro é uma ótima oportunidade para ajudar no desenvolvimento do ecossistema no interior. “A intenção é potencializar as ideias e tecnologias das universidades locais, ajudando-as a se tornarem negócios”, explica.

Na primeira edição do Lemonade foram 27 negócios pré-acelerados, com quatro finalistas já investidas ao final do programa e em aceleração pela Techmall. Mais de 300 horas de conteúdo foram ministradas, além de 100 mentores colaborando diretamente com os empreendedores. Uma das finalistas do programa, a LeanCare, foi selecionada para participar do startup Chile no primeiro semestre de 2016. Para a turma 2 do Lemonade mais de 100 equipes se inscreveram, das quais 27 foram selecionadas para entrar na pré-aceleração.

Durante a primeira etapa de trabalhos da terceira turma, com duração de 5 semanas, os empreendedores trabalharão na validação do seu negócio, sendo que ao final deste período eles já devem ter atingido a meta de validação do MVP – mínimo produto viável, que, na prática, significa que eles já devem ter testado a sua solução junto ao mercado. Uma banca tipo exportação será realizada para avaliar quais são as equipes que apresentaram maior evolução e estão bem preparadas para passar para a fase 2. Nas três últimas semanas os finalistas selecionados irão trabalhar na construção do seu business case e na finalização da sua primeira venda!

Conheça os negócios selecionados para a turma do Lemonade 3 – Triângulo Mineiro:

Fibrux
Sistema de iluminação utilizando luz solar e fibra ótica.

Boomerang
Canal direto de comunicação entre os prestadores de serviços gráficos e audiovisuais e o cliente, eliminando retrabalhos.

AMPyou
Plataforma para contratação e pagamento de profissionais da música.

Aluagro
Marketplace para locação de equipamentos do agronegócio.

Figurini
Plataforma de assessoria de moda com avatar 3D para testar e comprar as melhores peças de vestuário do mercado.

Buscador Inteligente
Plataforma de busca que recomenda produtos eletrônicos em linguajar acessível de acordo com suas necessidades.

Fideleasy
Sistema digital de fidelização de clientes com geração de informações para tomada de decisão.

Shopie
Wix para aplicativos.

Trendz
Aplicativo de informações sobre promoções em tempo real e geolocalizado.

Mappa da bola
Vitrine online para conectar novos talentos do futebol a olheiros dos melhores clubes do Brasil e do mundo.

Livre Puro O2
Plataforma web para compensação de carbono em grandes empresas e gestão de resultados em tempo real.

Sweet Home
Imobiliária digital.

Pyron Health
Plataforma de gestão de informações e tomada de decisão para hospitais e clínicas de saúde.

Skipp
Aplicativo para dinamizar o processo de compra e pagamento em bares e casas noturnas.

Ioton
Plataforma didática para demonstrações práticas de conteúdos por meio da tecnologia.

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Gamelyst e Vulpi são os destaques da turma 2



Mais de 400 pessoas compareceram ao Demoday Lemonade BH 2 nesta terça-feira, 08 de março, na Milton Campos. Uma cerimônia cheia de surpresas revelou os resultados da segunda turma do Lemonade. As duas primeiras colocadas foram Gamelyst e Vulpi, que receberam um cheque no valor de 40 mil reais cada uma e serão aceleradas pela Techmall durante um ano.

A Vulpi é uma plataforma que possibilita a contratação de profissionais de TI de forma automatizada, a partir de cruzamento de dados relevantes do profissional divulgados em redes sociais especializadas, para oferecer às empresas candidatos com habilidades técnicas comprovadas. Já o negócio da Gamelyst é voltado para jogos. O usuário paga uma mensalidade e tem acesso a um catálogo ilimitado de games para PC. O acesso aos jogos é feito via download e todos os jogos são escolhidos a dedo junto à comunidade Gamelyst.

Para surpresa dos empreendedores da turma 2, outras três startups serão aceleradas pela Techmall. Capta Money; matchmaker para investimentos de longo prazo, Allugator; plataforma para locação de produtos e NextAgro; controle e monitoramento para sistemas do agronegócio, também passarão por um ano de aceleração. Além disso, Playbor; aceleradora de jogos digitais e Vytre; aceleradora de moda, foram convidadas a trabalhar em parceira com a Techmall, ampliando o campo de aceleração também para as áreas de moda e jogos.

No dia internacional da mulher, um dos prêmios da noite foi para Priscila Gama, da Malalai (startup de segurança feminina), que levou o troféu de “empreendedora sangue nos olhos” em referência à sua dedicação durante toda a pré-aceleração no Lemonade. Outra equipe que não mediu esforços para aproveitar ao máximo o Lemonade foi a Communitor (solução em sistemas de informação que tem por objetivo a automação de todo o processo de monitoramento por ovitrampas – armadilhas mais utilizadas para o mosquito Aedes Aegypti). Em reconhecimento a esse mérito, o time levou o prêmio de “equipe faca nos dentes”. Como mentores presentes, dedicados e um tanto críticos, Leandro Rocha, da IN3 e Gibram Raul, da Netbee, receberam os troféus Mestre Yoda de melhores mentores. Um reconhecimento que partiu dos próprios empreendedores.

O Lemonade BH 2 chega ao fim com um resultado inédito em programas de pré-aceleração no Brasil; durante o programa (com duração de oito semanas) o faturamento das equipes ultrapassou a marca dos 700 mil reais. Para Aluir Dias, Coordenador do Lemonade, esse foi o resultado do trabalho de equipes extremamente dedicadas. “Eles se entregaram ao programa com toda a garra, vários deles com dedicação integral”, conta.

Para o Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Miguel Corrêa, o Lemonade tem papel fundamental no ecossistema mineiro de inovação. Segundo ele, empreendedorismo e inovação são áreas promissoras com grande potencial frente à economia do estado. “O estado de Minas Gerais caminha para ser referência no país”, diz.

O Lemonade é realizado pela Fundepar e co-realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais por meio do SIMI, pela Techmall – aceleradora de startups, pela Fapemig e pelo Sebrae Minas. Em parceria nesse projeto estão as principais instituições de ensino mineiras: UFMG, UEMG, CEFET, IBMEC, UNI BH, UNA, Faculdades Milton Campos, Puc Minas, Newton Paiva, Senai Minas, Escola de Formação Gerencial do Sebrae Minas.

Mais de 120 ideias foram inscritas nos processo seletivo do Lemonade BH 2, das quais 31 foram selecionadas para integrar a segunda turma do programa. Após cinco semanas de trabalho, uma banca tipo exportação definiu quais equies continuariam na segunda fase. 15 startups prosseguiram em mais três semanas de pré-aceleração. O Lemonade tem feito a diferença no ecossistema de empreendedorismo e para quem tem interesse em participar, outras três edições do Lemonade estão previstas ainda para este ano, sendo que duas serão rodadas no interior de Minas Gerais e uma de volta à capital mineira.

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Evento reuniu representantes do MAPA e especialistas no combate à fraude no Lanagro/MG



Foi realizado, em dezembro de 2015, o evento O problema da fraude por substituição de espécie em alimentos. Promovido pela Myleus, Lanagro/MG e Biopremier, o evento contou com palestras de Paulo Humberto de Lima Araújo, fiscal agropecuário DIPES/DIPOA/MAPA, Regina Sartori, Fiscal Federal Agropecuária do Lanagro de Goiás, Mário Gadanho, diretor da Biopremier de Portugal, Marcela Drummond, diretora-presidente da Myleus Biotecnologia, Nilson César, Chefe da Divisão Técnica Laboratorial do Lanagro/MG e Raphael Fonseca, sales specialist da ThermoFisher Scientific.

Foram apresentados dados das operações de reinspeção do MAPA e novas tecnologias aliadas no combate à fraude.

Para saber mais sobre o que foi discutido no evento, visite o site da Myleus e veja o release completo clicando aqui.

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Vitrine de bons negócios



Inspirado na cultura empreendedora americana, em que a criança é estimulada a ganhar seu primeiro dólar vendendo limonada em uma banca, o programa Lemonade busca impulsionar quem tem uma ideia a colocá-la em prática, criar um produto novo e, assim, desenvolver um negócio. Criado pela Fundep Participações (Fundepar), o Lemonade é um programa de pré-aceleração de empresas de base tecnológica e está na reta final de sua 2ª edição.

Mais de 120 equipes se inscreveram para participar do programa em Belo Horizonte, das quais 31 foram selecionadas para integrar este time do Lemonade. Após cinco semanas de trabalho – quando os participantes receberam, gratuitamente, capacitação, mentorias, entre outras ações –, a banca selecionou as 15 equipes com maior grau de evolução.

Demoday – oportunidades de investimentos

Para anunciar as startups finalistas desta 2ª edição, o Lemonade realiza um Demoday – encontro de apresentação dos negócios a investidores em potencial.

A programação do evento conta com um show case, que consiste em uma feira de negócios em que os 15 integrantes desta etapa apresentarão suas iniciativas a investidores e convidados. Em seguida, serão anunciadas as seis finalistas selecionadas para o pitch dos projetos no palco. Encerrando a noite, haverá um coquetel.

As startups finalistas podem receber até 200 mil reais em investimentos, além da aceleração pela Techmall.

O Demoday será realizado no dia 8 de março de 2016 (próxima terça-feira), às 17h, na Faculdade Milton Campos – Alameda Oscar Niemeyer, nº 61, Vila da Serra, Nova Lima.

O evento é gratuito e aberto ao público. Para participar, é preciso fazer inscrição neste link: https://goo.gl/lb3X6v

Realização

O Lemonade é realizado pela Fundepar e co-realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), por meio do Sistema Mineiro de Inovação (Simi); pela aceleradora de startups Techmall, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais (Fapemig) e pelo Sebrae Minas.

Na parceria deste projeto estão as principais instituições de ensino mineiras: UFMG, UEMG, CEFET, IBMEC, UNI BH, UNA, Faculdades Milton Campos, Puc Minas, Newton Paiva, Senai Minas, Escola de Formação Gerencial do Sebrae Minas.

Edições

Os resultados da primeira edição do Lemonade, realizada em 2015, o consolidam como um dos maiores programas de desenvolvimento de projetos emergentes de base tecnológica no Brasil: foram pré-aceleradas 27 empresas, em que os participantes tiveram acesso a mais de 24 workshops e palestras e 300 horas de mentoria com uma rede de mais de 100 mentores.

Seis das oito startups que chegaram ao Demoday subiram ao palco para fazer o pitch. “Quero Comprar”, “Kornerz”, “Esttima”, “Residuall” (as quatro atualmente em aceleração pela Techmall), “I-Care” (em aceleração no Startup Chile) e “Eye Signal” (em aceleração no Bio Startup Lab e selecionada no edital do Senai Sesi de Inovação) foram os negócios finalistas. Essas startups estão com os negócios a todo vapor e já receberam pelo menos uma rodada de investimentos.

Outras três edições do programa estão previstas para este ano, sendo que duas serão no interior de Minas Gerais e uma em Belo Horizonte.

Serviço:
Lemonade – Demoday
Dia 8 de março, às 17h
Faculdade Milton Campos – Alameda Oscar Niemeyer, nº 61, Vila da Serra, Nova Lima
Inscrições: https://goo.gl/lb3X6v

Mais informações / contato para a imprensa:
Lemonade – Thaisa Sposito (31) 99767-7728 – lemonademg.com

Fundepar na Mídia

Parcerias ajudam a viabilizar boas ideias



Iniciativas bem-sucedidas de universidades proporcionam mais confiança e segurança aos empreendedores no desenvolvimento de seus produtos. Além de auxiliar os pesquisadores com o suporte técnico de seus laboratórios e professores, instituições de ensino como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolvem ações próprias e parcerias para estimular os empreendedores a viabilizar comercialmente os seus projetos.

“A maioria dos pesquisadores são pessoas do meio acadêmico, que possuem um vasto conhecimento científico, mas não entendem nada de negócios”, afirma o médico Pedro Vidigal, diretor de desenvolvimento institucional da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), órgão ligado à UFMG. O objetivo da Fundep é realizar a gestão de projetos de ensino, pesquisa e extensão da UFMG e de outras instituições e centros de inovação não apenas em Minas Gerais, como em outros Estados.

Segundo Vidigal, a ação da Fundep permite que o pesquisador foque em suas atribuições diretas enquanto a entidade fica responsável pela execução de atos administrativos e financeiros inerentes aos projetos, como compras, importações, contratação de pessoal, contabilidade e prestação de compras. “Os alunos e cientistas tem orgulho de seus trabalhos, mas muitas vezes não percebem que é possível transformá-los em startups.”

Por ser uma fundação de direito privado prestadora de serviços para a UFMG, a Fundep tem autonomia para desenvolver projetos junto a outras instituições. Desde 1975, foram mais de três mil projetos junto a diversos parceiros, como a UFABC, ITA, Inpe e Fundação Roberto Marinho.

Segundo Vidigal, a Fundep já investiu cerca de US$ 1,5 milhão em P&D, recursos considerados insuficientes para contemplar o capital intelectual gerado nos laboratórios da UFMG.

Para promover a aceleração dos projetos, foi criada a Fundep Participações (Fundepar), que já promoveu investimentos em quatro empresas: na Detechta, do setor de desenvolvimento de vacinas para o mercado humano e animal, na Myleus Biotecnologia (estudos genéticos), Techmall (focada na gestão e aceleração de startups de base tecnológica) e na Zunnit, especializada em ferramentas de segmentação, análise de comportamento de mercado e deep learning. “A Fundepar não transforma o pesquisador em um homem de negócios. Em muitas situações, o pesquisador quer permanecer no laboratório com os seus estudos e não ambiciona ir para um escritório cuidar de números. Mas, ele aceita de bom grado que a Fundepar atue em seu projeto e o viabilize em um negócio”, diz Vidigal.

Para estimular os mais jovens, Fundepar criou na UFMG um programa de pré-aceleração batizado como Lemonade. O objetivo é promover mais rapidamente as tecnologias e ideias geradas dentro da universidade.

Em Campinas, seis experientes pesquisadores que atuavam no mundo corporativo decidiram unir os seus expertises e criaram a Baita, uma aceleradora de projetos de startups com a missão de desenvolver uma cultura empreendedora junto ao mundo corporativo e agregar experiência administrativa aos empreendedores. A empresa está sediada dentro da Unicamp, instituição reconhecida pela sua ampla produção científica. A parceria com aUnicamp é por meio da Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e com a Unicamp Ventures, que trabalha junto ao ecossistema local. Na outra ponta, atua com investidores, como Harvard Angels, Inseed Ivestimentos, SP Ventures e GAG Investimentos.

Segundo Rosana Fernandes, sócia da Baita, o perfil dos sócios contribui para que haja uma identidade comum na busca de soluções para as startups. “Ao criarmos a Baita, pensamos em modelos adotados em outros países, nos quais a incubadora atua em conjunto com a aceleradora. Por termos adquirido larga experiência no mundo corporativo, enxergamos nos projetos viabilidade de negócios e buscamos passar aos empreendedores esta cultura. Só a tecnologia em si não garante o sucesso de um produto”, afirma.

Fonte: Valor Econômico
Site: http://www.valor.com.br/empresas/4291514/parcerias-ajudam-viabilizar-boas-ideias

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