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Inovadora



Após uma visita a Cambridge, Marco Crocco, que é presidente da Fundep (Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa, da Universidade Federal de Minas Gerais), inspirou-se no modelo inglês para estimular a criação de pequenas empresas de alto conteúdo tecnológico, a partir de patentes geradas por pesquisadores da universidade. A Fundação formou uma empresa de participações que destina o valor máximo de R$ 500 mil a essas companhias nascentes, depois que um comitê de primeiro time de pesquisadores chancela a viabilidade científica ou técnica do processo patenteado. Crocco diz que é um trabalho equivalente a “vestir a noiva”, para que a empresa desabroche e logo à frente encontre investidores que não teriam paciência de esperar pela germinação. Agora está batendo à porta de instituições como o BNDES, a Finep e o BDMG para conquistar parceiros desse projeto. Universidades geralmente têm incubadeiras de empresas, mas não participam, direta ou indiretamente, do capital delas.

 

Por George Vidor
Fonte: Jornal O Globo
07/10/2013

 

 

 

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Fundep lança Programa de Investimento



Iniciativa é voltada para empresas emergentes inovadoras da UFMG
Ineditismo: é a primeira fundação de apoio do Brasil a investir capital próprio
Diferencial: empreendimentos vão contar com a excelência da gestão Fundep

Transformar o conhecimento gerado em uma das mais importantes universidades do país em empreendimento comercializável. Essa é a essência do Programa de Investimento Fundep para Empresas Emergentes Inovadoras da UFMG. A fundação vai aportar recursos próprios - por meio da Fundep Participações S.A. - em projetos de professores e pesquisadores da Universidade, para estruturação de empresas start ups para a comercialização de inovações.

A modalidade do investimento é o seed money (capital semente) e ele não será a fonte financiadora principal ou única das empresas, tornando-se apenas parte da solução de viabilidade empresarial de pesquisas desenvolvidas no âmbito da UFMG. Inicialmente, o programa contará apenas com recursos próprios, mas já existem tratativas para que outros parceiros institucionais integrem o programa.

Diferencial

Há mais de 35 anos, a Fundep atua como fundação de apoio da UFMG e de renomados institutos e centros de pesquisa do país. A instituição realiza a gestão de projetos em todas as áreas do conhecimento, permitindo que pesquisadores e professores foquem nas suas atribuições, enquanto a organização realiza ações administrativas e financeiras, como compras, importações, contratação de pessoal, contabilidade e prestação de contas.
As soluções na gestão de projetos Fundep também se estenderão aos empreendimentos, sendo um diferencial intangível no processo de valorização das empresas que vierem a receber investimentos.

A expertise e a relação de confiança com professores e pesquisadores da UFMG - que são grandes patenteadores - tornam-se aliadas, possibilitando que a Fundep aprimore o diálogo entre academia e mercado. É exatamente essa relação de confiança já existente entre a Fundação e os pesquisadores que promove um grande diferencial em relação aos Fundos de Seed Money tradicionais do mercado.

Formato

A seleção das empresas será por meio de edital de fluxo contínuo. A partir de fevereiro de 2013, as propostas poderão ser enviadas, e os comitês vão analisar o seu potencial científico-tecnológico e o mérito empresarial, mercadológico, econômico e financeiro.

Contexto

O Programa de Investimento Fundep acompanha as políticas internacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação. As universidades da Europa, em especial do Reino Unido, possuem um braço comercial que negocia patentes e financia empresas emergentes. A Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) da UFMG atua na gestão do conhecimento científico e tecnológico e a Fundep vai colaborar no processo de transformação de patentes em atividade comercial, através do aporte de recursos. Assim, a Fundação tem uma nova função no ciclo “conhecimento gera desenvolvimento para a sociedade”.

Nesse sentido, a UFMG potencializa a sua missão de transmitir conhecimento, aperfeiçoando a relação universidade/empresa, aspecto central para o desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento.

RAIO X

Programa de Investimento ≠ Incubação

Aincubação consiste em oferecer apoio à criação, ao desenvolvimento e ao aprimoramento nos aspectos tecnológicos e gerenciais. O Programa de Investimento vai aportar recursos nas empresas e fará a interlocução com o mercado. Nesse sentido, uma empresa incubada pode estar apta a participar da iniciativa.

Programa de Investimento ≠ Empréstimo

Inicialmente, a Fundep investirá R$ 5 milhões, sendo o aporte inicial de até R$ 500 mil por empresa, em participações societárias (ações de S.A. e/ou cotas de Ltda.), também denominado equity, e ou em debêntures, a serem emitidas pelas empresas a receber investimento para sua viabilização. Assim, a Fundep Participações S.A. torna-se sócia do empreendimento.

Duração

O período de duração do Programa é indeterminado, e o prazo médio de maturação estimado é de dois a cinco anos.

Fonte: Portal de notícias da UFMG

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Incentivo de R$ 5 milhões para pesquisa virar negócio



 

Incentivo de R$ 5 milhões para pesquisa virar negócio

Marco Aurélio Crocco, presidente da Fundep: investidores não entendem a dinâmica das pesquisas – Foto: Carlos Roberto

 

A Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), entidade privada sem fins lucrativos, vai aportar recursos próprios para viabilizar projetos de professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Inicialmente estão reservados R$ 5 milhões, sendo R$ 500 mil por projeto. Para isso foi criada uma nova empresa com este único fim, a Fundep Participações S.A.

O objetivo é o de a empresa criada gerenciar a parte comercial, administrativa e financeira e manter o pesquisador em seu foco, que é a própria pesquisa. A ideia foi adaptada de modelos britânicos.

A expectativa é a de constituir entre 3 e 4 empresas no primeiro ano de operação. A demanda imediata é de cerca de 20 projetos, oriundos das áreas de excelência da universidade, como nanotubos de carbono, biotecnologia e medicina molecular.

O presidente da Fundep, Marco Aurélio Crocco, explica que a seleção dos projetos passará por critérios científicos e financeiros. “Após apresentada a proposta, um comitê avaliará a viabilidade tecnológica e um outro, a viabilidade econômica. Estamos investindo recursos próprios e os negócios precisam ser rentáveis”, diz.

Atualmente, o pesquisador vai atrás de investidores para financiar seu projeto. O investidor não entende a dinâmica das pesquisas e isso gera uma desconfiança mútua, diz Crocco. “Os professores da UFMG já conhecem e são conhecidos pela Fundep. Sabemos como isso funciona”, observa.

O investimento da Fundep se transformará em participação societária (ações de S.A. e/ou cotas de Ltda.), também denominado equity. Também poderá ser garantido por debêntures a serem emitidas pelas empresas apoiadas.

Por Bruno Porto
Fonte: Jornal Hoje em Dia
15/12/2012

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