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Equipe da Myleus (a partir da esquerda): Mariana Bertelli, Marcela Drummond, Rafael Palhares, Estevam Bravo e Daniel Carvalho (sentado) (foto: reprodução do site Galileu)

Myleus, uma empresas que usa testes de DNA para que você não compre gato por lebre



Sabia que quando você compra uma peça de bacalhau pode estar levando para casa outra espécie de peixe menos nobre, como badejo? O mesmo pode acontecer ao comprar extratos de plantas e frutas, como maracujá e ginseng. Queijos também entram no pacote de produtos nos quais é comum a embalagem dizer uma coisa, mas o produto ser outro. Existem queijos de “búfala” e de “cabra” com grande percentual de leite de vaca.

No Brasil, a Myleus faz identificação genética de espécies em produtos de origem animal e vegetal e é especializada em identificar fraudes parecidas com as acima, das quais nem mesmo as multinacionais estão livres. Em 2013, a Nestlé se envolveu num escândalo após ser detectada carne de cavalo em um produto que deveria ter 100% de carne bovina. A propósito, a Myleus está prestes a lançar uma nova tecnologia, capaz de identificar a presença de carne e animais diferentes em um único teste. “Geralmente, essas fraudes visam ganho financeiro, já que o produto é feito com ingrediente mais barato do que o anunciado”, afirma Marcela Drummond, 33, presidente da Myleus. “Também há casos de fraudes para acobertar crimes ambientais, como a pesca indevida de peixes em período de reprodução.”

Os fundadores da empresa se conheceram na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Um deles, o biólogo Daniel Carvalho, pesquisava identificação genética em pescados — Myleus é o nome científico do peixe pacú — quando aproveitou a abertura de um edital da Inova, incubadora de empresas de tecnologias da UFMG, para formalizar a startup, em 2010. A empresa passou cerca de dois anos na incubadora e recebeu aporte de 15 000 reais para migrar da academia para o mercado.

Hoje, Daniel é conselheiro científico da Myleus e se dedica à carreira acadêmica, como professor na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

COMO SUSTENTAR UMA STARTUP DE BIOTECNOLOGIA?

Uma startup de biotecnologia opera em um setor mais tradicional e menos dinâmico, economicamente, do que o de serviços ao consumidor. Por outro lado, como tem raízes na academia, há chances de conseguir apoio e financiamento em instituições que apoiam a pesquisa e o desenvolvimento. Nos últimos anos, a Myleus venceu editais como os da Fapemig e do CNPq, angariando o valor total de 700 000 reais. “Esse dinheiro não pode ser usado para compor o caixa da empresa, mas ajuda em gastos com equipamentos e com funcionários dedicados à pesquisa”, diz Marcela.

Os sócios da Myleus, Marcela, Rafael e Estevam, se conheceram na faculdade (foto: reprodução O Estado de Minas).

Os sócios da Myleus, Marcela, Rafael e Estevam, se conheceram na faculdade (foto: reprodução O Estado de Minas).

Tirando estes apoios, a briga é para se consolidar no mercado. A Myleus trabalha com três grupos de clientes. O primeiro é formado por órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e autoridades sanitárias que contratam a empresa para ajudar em fiscalizações. Ano passado, a empresa foi contratada pela Prefeitura de Florianópolis para analisar se os peixes vendidos na cidade tinham a procedência descrita nas embalagens. Resultado: 40% das amostras foram reprovadas. Vendia-se peixe donzela como bacalhau do porto e peixe panga como linguado.

Num outro estudo bem curioso — e que mostra a necessidade de que existam mais empresas com este propósito de “comprovar se o que é dito é real” — foi feito em conjunto com a Fundação Oswaldo Cruz. O objetivo era analisar 290 amostras de remédios fitoterápicos vendidos em Minas Gerais. O resultado foi alarmante: cerca de 50% dos produtos eram fraudulentos e, no caso das amostras de produtos que deveriam ter maracujá na fórmula, 100% eram falsos e não apresentaram substâncias provenientes da fruta.

Outro grupo de clientes da startup mineira são empresas que querem certificar a qualidade dos produtos de sua cadeia de fornecedores. Um grande supermercado, por exemplo, pode testar os produtos provenientes da indústria alimentícia. Por sua vez, a indústria pode testar insumos comprados de criadores de animais.

QUEM TEM MEDO DE SER TESTADO?

O terceiro grupo de clientes — e talvez os que mais se aproximem de ter um propósito semelhante ao da Myleus — são as empresas que querem receber um tipo de certificado de qualidade. Essas empresas têm proatividade para atestar com antecedência a origem de seus produtos para passar mais credibilidade ao mercado. Marcela comenta:

“Nosso campo de atuação é bem grande, mas muitos donos de empresas ainda não têm a consciência da importância dos testes de identificação genética”

Atualmente, os clientes do serviço de identificação de espécies ainda não geram receitas expressivas para a Myleus. Para sustentar o caixa, a empresa faz testes de sequenciamento de DNA para outros pesquisadores, que atuam em biotecnologia mas não têm os equipamentos necessários para realizar esse tipo de análises. “Temos cerca de 150 pesquisadores de universidades, instituições de pesquisa e empresas como clientes, que representam 80% do faturamento da Myleus”, conta Marcela.

Para ajudar na árdua missão de captar mais clientes na área em que escolheu atuar, a Myleus percebeu que precisaria de ajuda externa e contratou a ProspectaInc no fim de 2014 com a missão de encontrar interessados em seus serviços e agendar encontros de negócios – como se fosse uma terceirização do departamento comercial. Os consultores também ajudam os empreendedores da Myleus a desenvolverem noções de venda e negociação, para que no futuro a empresa possa fechar novos contratos sozinha.

Além do reforço na área comercial, a consultoria também promoveu a reformulação do site da Myleus. Gerar conteúdo relevante é uma tática do Inbound Marketing, técnica que a Prospecta trouxe para a Myleus. “Um dos temas tratados no blog será os problemas jurídicos que as fraudes podem trazer para a empresa, além de comprometer sua imagem e reputação”, diz Marcela.

Em 2014, a Myleus também deu mais dois grandes passos para se solidificar no mercado. A empresa passou a fazer parte da incubadora Habitat, iniciativa do instituto Biominas em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais e a UFMG. Faz sentido voltar a ser incubada? Marcela acredita que sim:

“Essa nova fase de incubação vai ajudar a empresa a montar uma estrutura própria de laboratório e capacitar funcionários”

O outro incentivo para crescer veio da Fundepar, fundo de investimento ligado a UFMG para apoiar empresas inovadoras que nasceram de centos de pesquisas da universidade. O investimento de 500 000 reais tem sido usado para alavancar as vendas da empresa. “O contrato com a Prospecta, por exemplo, só foi realizado após o aporte”, diz a empreendedora. Com os novos investimentos, a empresa espera multiplicar as receitas em cinco vezes em 2015. Se tudo ocorrer conforme as expectativas, muito gato por lebre será desvendado.

Por: Joaquim Amaral
Data: 27/03/2015
Fonte: http://projetodraft.com/

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Inscrições abertas para o Startup Next Belo Horizonte



O Startup Next é um programa de pré-aceleração global, de mentoria intensiva que ajudará o seu time a se concentrar nos avanços necessários para sair na frente de outras startups, através de uma metodologia de alta performance que conta com os melhores mentores, conteúdo e referências.

As inscrições podem ser feitas até 08 de março neste link.

Equipe da empresa Myleus faz teste de DNA para certificar origem de produtos. Na foto, Marcela Drummond, Pollyana de Carvalho, Estevam Bravo Neto e Rafael Palhares

Teste de DNA com tecnologia de startup mineira garante qualidade de produtos



Foram aplicadas análises em pescados no Sul do Brasil e comprovaram fraude. Outros alimentos, como laticínios e carnes, podem passar pelo processo

Resultados de uma ação desenvolvida em Florianópolis (SC), com base em tecnologia de uma startup mineira que teve como investidor um fundo nascido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Myleus Biotecnologia, foram recentemente apresentados em evento em Belo Horizonte, e indicaram que testes de DNA podem mostrar se um alimento foi fraudado. O trabalho feito no ano passado na ilha, localizada no Sul do Brasil, permitiu a identificação de peixes comercializados clandestinamente. Os resultados foram documentados em artigo publicado na revista científica inglesa Food Control.

A partir da análise de moléculas dos peixes, chegou-se à conclusão de que 24% das 30 amostras coletadas em supermercados, peixarias e restaurantes de Florianópolis apresentavam fraudes. Estas correspondem, na maioria dos casos, à venda de espécies de qualidade inferior à anunciada e/ou incompatíveis com a normatização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esse tipo de teste evita que o consumidor pague por algo que não está consumindo, além de problemas de saúde relacionados à alergia a determinados produtos. A certificação protege ainda os produtores sérios da concorrência desleal. “A análise do DNA pode contribuir para que os produtores ofereçam produtos certificados e os consumidores possam conhecer a qualidade dos alimentos que chegam à mesa. Os testes são realizados em pequenas amostras dos produtos, que podem ser enviadas à empresa ou coletadas pela mesma”, salienta Marcela Drummond, presidente da Myleus Biotecnologia.

Os testes são utilizados para verificar se a espécie presente em um determinado produto de origem animal ou vegetal é a mesma que aquela declarada no rótulo ou no informativo do produto. “Em Florianópolis, foram analisadas 30 amostras de pescados coletadas em supermercados, mercados, peixarias e restaurantes. Dessas, 24% não pertenciam à espécie declarada no momento da venda. O DNA do material biológico contido em uma amostra é analisado e tem-se o resultado sobre a espécie presente. São realizados, então, testes de DNA que nos permitem saber quais espécies estão presentes em determinado produto de origem animal ou vegetal”, acrescenta Marcela.

Ela ressalta que os testes são úteis para a detecção da fraude por substituição de espécies. “Na grande maioria dos casos, essa é uma fraude econômica, já que o produto é substituído por outro de menor valor agregado. A fraude pode levar a problemas para a saúde humana, já que o consumidor consome um determinado alimento ou droga vegetal sem saber o que está consumindo, podendo levar a problemas alérgicos, por exemplo. Ainda, algumas vezes, encontramos espécies ameaçadas de extinção sendo vendidas no lugar daquela declarada no momento da venda. Dessa maneira, os testes podem ser utilizados por indústrias, supermercados, restaurantes, para se protegerem de uma possível fraude de seus fornecedores. Esses mesmos players podem usar os testes para garantir ao seu consumidor final que os seus produtos não são fraudados e têm uma garantia da espécie ali presente. Além disso, o teste pode ser usado por órgãos de inspeção e por órgãos de proteção ao consumidor para fiscalizar os produtos que estão sendo comercializados no país”, acrescenta a presidente da Myleus Biotecnologia.

A Myleus Biotecnologia é a primeira empresa a receber investimentos da Fundep Participações (Fundepar), criada no âmbito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com o objetivo de fomentar startups (empresas jovens e extremamente inovadoras em qualquer área ou ramo de atividade, que procuram desenvolver um modelo de negócio escalável e repetível). Outros projetos de pesquisadores da UFMG também receberão aportes da Fundepar, numa política de incentivo à inovação. No caso da Myleus, o repasse foi de R$ 500 mil. Os recursos estão sendo investidos no desenvolvimento da empresa, especialmente na implementação de laboratório próprio.

“A injeção de recursos na forma de seed money (capital fornecido à empresa num estágio pré-operacional para a construção de um protótipo) em empresas nascentes de base tecnológica é de extrema importância para possibilitar o crescimento e a manutenção do empreendimento. Esse tipo de empresa não tem fôlego para sustentar o seu desenvolvimento no médio prazo e precisa de capital externo para realizá-lo. Essa é uma das bases da economia do conhecimento, para acelerar a transferência do saber acadêmico para o domínio da sociedade”, acrescenta Marcela Drummond.

Outros produtos podem ser investigados

Além dos pescados, os testes podem ser feitos em derivados lácteos, como queijos e leite de búfala, cabra e ovelha, em produtos cárneos processados e in natura, como hambúrguer e linguiças, e em produtos de origem vegetal, como drogas vegetais, chás e madeira. “Os testes são comercializados para empresas ao longo de toda a cadeia produtiva. Devido à sua alta sensibilidade, eles podem ser aplicados até mesmo em amostras já processadas, como um peixe já cozido. A Myleus apoia a iniciativa de órgãos e entidades civis, assim como empresas que se dispõem a combater a fraude por substituição de espécies no Brasil. Nosso papel é suprir essas entidades com as ferramentas necessárias para essa finalidade. Nesse sentido, somos capazes de desenvolver testes de acordo com a demanda de cada um, colocando ferramentas à sua disposição”, diz Marcela. Ela salienta que a Myleus não tem um convênio com o Mapa para fazes os testes com frequência, mas que já há um indicativo de que o órgão tem interesse em implantar uma parceria em breve e, diante disso, a empresa está se preparando para ser um laboratório credenciado pelo ministério.

O evento contou com a presença de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Procon Assembleia, da Vigilância Sanitária, da Procuradoria de Defesa do Consumidor, do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), do Movimento das Donas de Casa, da Proteste e do Ministério da Pesca e Aquacultura, além de outras instituições.

Por Augusto Pio
Fonte: Jornal Estado de Minas
26/01/2015

 

startupfarm

Estão abertas as inscrições para a 11ª edição do programa de aceleração da Startup Farm



 É hora de empreender!

Belo Horizonte sedia, de 3 de janeiro a 10 de fevereiro de 2015, a 11ª edição do programa de aceleração da Startup Farm, o SF11BH. O foco são startups em estágio early stage, ou seja, pode ser até mesmo uma ideia, o que faz com que o evento se configure como uma oportunidade de criar e validar o modelo de negócio.

São 15 vagas disponíveis para startups de tecnologia com equipes formadas, com um mínimo de dois e máximo de quatro pessoas.

Os interessados em participar do programa devem submeter o projeto da startup a uma seleção, por meio da plataforma Fundacity.

As inscrições estão abertas até o dia 12 de dezembro de 2014.

Confira a programação do SF11BH: Período de Inscrições de 24 de novembro a 12 de dezembro de 2014, por meio da Fundacity.

Hangout com Alan Leite - Detalhes sobre o SF11BH 28 de novembro de 2014, às 16h – link

Meetup de Lançamento da SF11BH 2 de dezembro de 2014, às 18h – Inscrições gratuitas

Lançamento oficial do Programa e anúncio das startups selecionadas 16 de dezembro de 2014

 

Minas. Marcela Drumond, da Myleus, acha que pode ser a primeira experiência do tipo no mundo

Empresa mineira usa DNA para punir fraude em peixes



Análise genética permitiu ao Procon multar responsáveis

Pela primeira vez no país, a identificação por DNA permitiu a punição de fraudes no comércio de alimentos. Por trás do sucesso, está a start-up mineira Myleus Biotecnologia. Neste ano a empresa foi contratada pela secretaria de Pesca e Maricultura do município de Florianópolis e pelo Procon da cidade para identificar, através de um teste de DNA, se os peixes vendidos na capital catarinense eram exatamente os identificados nas embalagens. Entre as 30 coletas feitas na operação “DNA do pescado”, 24% estavam adulteradas.

Eram escamudos do Alasca sendo vendidos como congrio rosa; panga comercializado como linguado, e peixe donzela transformado em bacalhau do Porto. As amostras foram colhidas em janeiro e abril de 2014. “Com a operação, pudemos autuar e multar empresas envolvidas”, afirma Bruna Mafiolete, gerente de consumidor do Procon de Florianópolis.

“Como foi uma ação pioneira no Brasil, resolvemos produzir um artigo”, explica Marcela Gonçalves Drummond, presidente da Myleus. Ela se refere ao “paper” que foi publicado pela revista científica inglesa “Food Control”. “O retorno que tivemos dos editores foi que eles não sabiam de nenhum projeto desse tipo. Não posso afirmar categoricamente, mas existe a possibilidade de ser a primeira experiência dessa natureza no mundo”, declara.

Outra parceria, entre a Myleus e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), analisou 290 amostras de fitoterápicos vendidos em Minas Gerais e identificou 48% de fraude nesses produtos.

Próximo Projeto. A Myleus vai analisar carne processada, como hambúrguer, nuggets e congelados. O objetivo é descobrir se a carne usada é de boi ou de outros animais, como cavalo ou cachorro.

Por Ludmila Pizarro
Fonte: Jornal O Tempo
21/11/2014

Detetives de Alimentos



De Salmão que não é salmão a remédios falsificados, startup mineira usa DNA para descobrir fraudes

Trutas sendo vendidas como salmão, mussarela de búfala produzida com leite de vaca e até remédios sem o princípio ativo que consta na embalagem são fraudes que antes passavam despercebidas pelo governo e consumidores, mas hoje são descobertas com o uso de testes de DNA. Fundada pelo biólogo Daniel Cardoso de Carvalho, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a startup mineira Myleus Biotechnology atua como uma detetive de alimentos, ajudando a evitar fraudes e até a salvar espécies ameaçadas.

O DNA Barcode, também chamado de “código de barras da vida”, é utilizado desde 2003, quando um grupo de pesquisadores canadenses provou que basta um único gene para diferenciar a maioria dos animais. A técnica funciona com o sequenciamento parcial de um pequeno segmento do DNA utilizado para comparar diferentes espécies.

“Se você extrair o DNA de um determinado peixe à venda no mercado, consegue descobrir se está mesmo comprando um bacalhau ou se trata de uma outra espécie”, explica Marcela Gonçalves Drummond, bióloga e presidente da startup. É possível saber também qual o tipo de carne usado em um hambúrguer ou numa lasanha. “A pesquisa pode ser feita no supermercado, no restaurante e até depois que o alimento já foi frito ou cozido”.

Em 2010 uma investigação da Myleus levou à apreensão de uma carga de peixe dourado, espécie originária da bacia do Rio São Francisco cuja pesca é considerada predatória. O pescador alegava que os peixes eram da bacia do Rio Paraguai. Os pesquisadores da startup também já identificaram bacalhau, merluza, salmão e traíra falsos.

Casos mais graves envolvem fitoterápicos, remédios produzidos à base plantas. Amostras da Maytenu silicifolia (espinheira santa), usada para problemas gastrointestinais, foram substituídas pela Zollernia ilicifolia, conhecida como falsa espinheira. O mesmo ocorreu com a Passifora incarnata, nome científico do maracujá, considerado um calmante, trocado por outras espécies.

Criada em 2009, a startup passou pela Inova, a incubadora de empresas da UFMG. Está previstoa para esse ano a  mudança para um laboratório próprio com o investimento de R$ 500 mil do fundo ligado à Fundep, gestora de projetos da universidade.

Por Amanda Kamancheck
Fonte: Revista Galileu
Abril/2014

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