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Fundepar na Mídia

Relação estreita com o pesquisador



O 3º Workshop Internacional de Inovação e Cluster também trouxe dois importantes exemplos de instituições que estão em busca de grandes ideias. Uma delas é a Fundep Participações (Fundepar), apresentada pelo presidente da Fundação de Desenvolvimento de Pesquisa (Fundep), Marco Aurelio Crocco. Trata-se de uma instituição que financiará o processo de criação de startups nascidas de pesquisas feitas na UFMG. A Fundepar fará investimentos próprios, além de captar recursos de bancos públicos e outras instituições de financiamento.

Crocco afirma que o grande diferencial desse fundo é que ele fala a língua do pesquisador. “Investidor sempre acha que o pesquisador é um professor pardal e o pesquisador desconfia do investidor como alguém que quer roubar a ideia dele. No nosso caso, os pesquisadores já têm uma relação com a Fundep, então ganhamos no tempo da construção de relacionamento”, afirma. Além disso, ele destaca que o compromisso da Fundepar não é maximizar o lucro, mas tirar a ideia da universidade e colocar na sociedade, tornando esse processo mais tranqüilo para o pesquisador.

Outra instituição apresentada no workshop foi a Anjos do Brasil, instituição sem fins lucrativos que reúne investidores-anjos de todo o país. O coordenador da instituição em Minas Gerais, João Ávila, chamou de “dinheiro inteligente” o investimento feito por eles e explicou que os anjos querem muito mais que colocar aporte em uma ideia. “Não somos só uma fonte de dinheiro ou conselheiros descompromissados. O investidor-anjo entra junto com o empreendedor e se o projeto perder, ele perde também”, frisou.

Por Thaíne Belissa
Fonte: Jornal Diário do Comércio
03/12/2013

Fundepar na Mídia

Universidade Federal de Minas Gerais lança fundo de apoio a startups



A Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) lançou a Fundep Participações S/A (Fundepar), primeira empresa da universidade cujo objetivo é apoiar financeiramente negócios que se encontram em estágio inicial.

A Fundepar tem como propósito investir em patentes de projetos iniciados pelos estudantes e pesquisadores da UFMG, estreitando a relação entre academia e indústria produtiva. Dessa forma, a iniciativa visa inserir capital diretamente nas empresas para que os projetos criados nas faculdades possam sair do papel e chegar até a sociedade.

O fundo conta atualmente com seis milhões de reais em caixa e outros 20 milhões em negociação com parceiros institucionais em Minas Gerais. O estágio atual envolve diversas empresas em processo de análise, sendo que o primeiro comitê avaliador deve acontecer ainda neste mês. De acordo com Marco Aurélio Crocco, presidente da Fundep, novas propostas e projetos são enviados diariamente. Desses, acredita-se que de três a cinco serão beneficiados com investimentos ainda no ano de 2013.

Para enquadrar-se no perfil procurado, a startup deve ser inovadora e oriunda da UFMG. Além disso, é necessário que o projeto esteja em fase de desenvolvimento compatível com a proposta e que o empreendedor tenha vontade de tornar seu projeto real. A partir desses princípios, a Fundepar a auxiliará na transição para o mercado, através de recursos financeiros, networking e competência em gestão.

“No Brasil, existe uma grande lacuna entre a Universidade e o mercado que requer conhecimento e recursos financeiros. A ideia da Fundepar é agregar estes dois valores aos projetos da UFMG”, explica Crocco.

Fonte: Agência Gestão CT&I
28/10/2013

Fundepar na Mídia

Start ups da UFMG terão injeção de capital de empresa de participações



Fundep lançou a Fundepar, que tem fundo inicial de R$ 6 milhões para apoiar pesquisador empreendedor

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) terão, a partir do fim deste mês, um modelo diferenciado de financiamento para a implantação de empresas que vão comercializar produtos desenvolvidos a partir de patentes da instituição. Os recursos virão da Fundep Participações S/A (Fundepar), empresa privada criada pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) com capital de R$ 6 milhões com o objetivo de impulsionar as start ups que surgem na Universidade.

O capital inicial de R$ 6 milhões da Fundepar veio da emissão de debêntures (títulos de renda fixa) adquiridas pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). Com o uso das debêntures, a Fundep não terá seu resultado afetado pelo desempenho da Fundepar, uma vez que esses títulos não constituem ações e não são contabilizados como participação societária.

Outros R$ 50 milhões poderão ser captados pela Fundepar. Entre as instituições que negociam com a Fundep o reforço do capital da Fundepar estão o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). “Duas dessas já confirmaram o interesse. O capital já está, inclusive, aprovado pelas diretorias das organizações”, adianta o presidente da (Fundep) Marco Crocco, sem revelar detalhes.

O valor máximo inicial a ser injetado em cada start up que cumprir os requisitos necessários para participar do programa será de R$ 500 mil. “As empresas devem possuir capacidade de desenvolver e comercializar os produtos patenteados”, afirma Crocco.

Como as start ups ainda não possuem histórico empresarial, dois comitês avaliarão a capacidade dos pesquisadores-empreendedores. De um lado, um comitê técnico fará a análise tecnológica do produto. De outro, uma equipe ficará responsável pela avaliação comercial.

“No caso do comitê tecnológico, os responsáveis avaliarão se a tecnologia a ser desenvolvida pela empresa é realmente inovadora, se a produção em escala é viável, se as características se manterão em produções comerciais, entre outras questões”, comenta Crocco.

Como funciona?
Financiamento de start ups da Fundepar

  1. Fundep adquire R$ 6 milhões em debêntures emitidas pela Fundepar. Os R$ 6 milhões obtidos com a emissão de debêntures constituem o capital de investimento da Fundepar
  2. Projetos de empresas que vão explorar patentes da UFMG são inscritos na Fundepar
  3. Dois comitês analisam as possibilidades de a start up viabilizar comercialmente os produtos.
  4. Propostas aprovadas podem receber até R$ 500 mil iniciais para implantar a empresa
  5. 5.       A Fundepar entra no negócio como sócia da start up, com máximo de 5% de participação
  6. A gestão da empresa é compartilhada entre a Fundepar e o empresário-pesquisador
  7. Caso a empresa seja bem sucedida a Fundepar pode vender sua participação e realizar lucros.

Saiba mais
Fundepar tem 26 consultas

Até o momento a Fundepar já recebeu consultas de 26 empresas que têm interesse em colocar no mercado produtos patenteados da UFMG que vão desde roupas que corrigem a postura até remédio para calvície.

Desses candidatos, dois estão em análise pelos comitês e devem ser conhecidos em 25 de novembro. Aqueles que não forem classificados nesta etapa continuam sendo assessorados pela Fundepar até que atinjam o ponto de maturação adequado. Por ano serão quatro chamadas de projetos.

Por Tatiana Moraes
Fonte: Jornal Hoje em Dia

05/11/2013        

Crescimento de startups torna Israel o país líder em progresso tecnológico



País ultrapassa Estados Unidos em produção de inovações

Israel se tornou o país das invenções. O país tem mais startups de tecnologia e profissionais de pesquisa e desenvolvimento do que qualquer outro país no mundo.

Avanços na tecnologia médica têm salvo vidas ao redor do mundo, incluindo a do ex-congressista americano Gabrielle Giffords, que recebeu uma moderna bandagem elástica em ferimentos na cabeça.

Segundo Marcella Rosen, autora do livro “Dynamo minúsculo: Como um dos menores países do mundo produz algumas de nossas mais importantes invenções”, as “invenções israelenses têm se proliferado e prosperado pelo mundo”.

Israel se tornou o país das invenções

Primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, participa da inauguração da última representação do Google para pesquisa e desenvolvimento em Tel Aviv

O exemplo do progresso tecnológico israelense pode ser visto na prática. Há poucas semanas o Google adquiriu o serviço israelense on-line de mapeamento Waze por 1,1 bilhões de dólares. A aquisição relembra o acordo de 1998, em que a America Online comprou o popular programa de mensagens instantâneas ICQ, da startup israelense Mirabilis, por cerca de 400 milhões de dólares.

Cerca de 63 empresas israelenses estão registradas na NASDAQ, o que garantiu ao país o topo da lista. Em Israel, 140 pessoas em cada 10 mil trabalham na área de pesquisa e desenvolvimento, uma vantagem considerável sobre os Estados Unidos, que vem em segundo lugar no mundo, com 85 pessoas por 10 mil trabalhadores.

No livro de Rosen, ela explora o sucesso de 21 invenções israelenses, incluindo a tecnologia de IceCure, um novo processo de remoção de tumores de mama.

De acordo com a publicação do The Economist, Israel tem mais startups de tecnologia e uma indústria de capital de risco com maior per capita do que qualquer outro país do mundo.

Motivo do crescimento israelense

Como é que um dos menores países do mundo está produzindo algumas das nossas mais importantes invenções? Rosen disse que a resposta não é simples, mas ela disse que grande parte da população imigrante do país, de mais de 70 nações, e as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão relacionadas a esse nicho de mercado.

“Não acho que haja uma resposta, pelo menos não uma única resposta. Talvez os fatos simplesmente falem por si só”.

Dan Senor, um ex-oficial da política externa dos EUA, e Saul Singer, colunista do The Jerusalem Post, chamaram a política de imigração aberta de “fábrica de ideias”, em seu livro “Nação Start-up, A História do Milagre Econômico de Israel”.

“Os imigrantes não são avessos a começar do zero. Desde sobreviventes do Holocausto até judeus etíopes, o Estado de Israel nunca deixou de ser um país de imigração”, afirmam trechos da obra.

Senor e Singer também disseram que o IDF promove a criatividade e inteligência dos jovens que cumprem o serviço obrigatório por dois anos. Os escritores dizem que o serviço militar dá aos jovens um senso de responsabilidade. O pensamento criativo é estimulado no ambiente relativamente não-hierárquico.

Hezi Himmelfarb, CEO da IceCure, uma empresa israelense que desenvolveu tecnologia de ponta para a remoção de tumores de mama, também defende a atuação do serviço militar obrigatório israelense. Ele disse que o gosto pela aventura desenvolvido no IDF pode ajudar a expandir as mentes dos jovens: “Meu filho, após o serviço militar, não se apressou para a universidade. Ele voou para a América do Sul para experimentar novas aventuras”.

Exemplo de uma startup de sucesso

Himmelfarb explicou que o desenvolvimento da IceCure começou em uma incubadora de pesquisas em 2006. Cientistas iniciaram o método de congelamento de um tumor da mama utilizando gás arrefecido de alta pressão. Este método tinha sido utilizado desde os anos 1980, mas era necessário anestesia geral e a paciente sofria riscos de deformar a mama.

A startup substituiu o gás pelo azoto líquido, o que fez a diferença. Tornou-o compacto o suficiente para caber em um consultório médico e o paciente precisou passar apenas por uma anestesia local. O processo mata o tecido tumoral e “uma vez que ele está morto, o corpo sabe como se livrar dele”, disse ele.

Visão dos países vizinhos sobre o crescimento das startups israelenses

O ex-primeiro-ministro palestino Salam Fayyad guardou em sua mesa de trabalho um exemplar de “Start-up Nation” como uma fonte de inspiração para a crescente indústria de tecnologia da Cisjordânia.

Fareed Zakaria, do canal CNN disse que a obra “é um livro que cada empresário, burocrata e político árabe deve ler”. As linhas finais do livro destacam a importância da internacionalização do conhecimento tecnológico: “enquanto Israel tem muito a aprender com o mundo, o mundo tem muito a aprender com Israel”.

 

Por Marlene-Aviva Grunpeter
Fonte: Epoch Times em Português

Seed – Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development

Governo de Minas lança programa de incentivo à inovação



Com o objetivo de transformar Minas Gerais no maior polo de empreendedorismo tecnológico da América Latina, o Governo do Estado criou um programa que irá atrair empreendedores do mundo inteiro: o Seed – Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development.

Lançado para incentivar projetos inovadores, desde a criação até o seu posicionamento no mercado, o Seed oferece benefícios como investimentos e espaço para coworking (escritório colaborativo). Baseado no modelo de Capital Semente - modelo de financiamento dirigido a projetos empresariais em estágio inicial ou estágio zero –, o Seed anunciou investimentos de até R$ 80 mil sem participação acionária no projeto.

O diferencial do Seed é que ele não receberá apenas projetos nacionais. O programa é aberto para todo o mundo, o que contribui para o aquecimento do mercado e para o surgimento de novas parcerias e oportunidades de negócios, colocando o Brasil e Minas Gerais na rota do desenvolvimento tecnológico sustentável e inovador.

Até o momento, mais de três mil empreendedores de 132 países diferentes já se inscreveram no programa. O projeto tem duração até 2015 e, nesse período, 80 startups serão beneficiadas. Serão abertos dois processos de seleção para 40 empresas cada um. Os projetos receberão, durante seis meses, capital semente livre de participação, além de cursos, workshop e consultorias.

Como o Seed funciona apenas como o “pontapé” inicial de um negócio, o programa ainda facilita a interação com outros possíveis parceiros, além de prestadores de serviços e instituições que oferecem benefícios extras aos projetos participantes.

Outras informações podem ser conferidas no site: www.seed.mg.gov.br, que traz ainda notícias sobre o setor e novidades sobre o programa. Confira a lista de startups selecionadas.

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